sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Ele pegou um peso de papel e colocou sobre suas anotações, desceu, pegou sua caixa de suco de soja, e subiu pro seu quarto, tirou o maço de cigarro da mochila, lembrou de três pessoas, uma pelo cheiro, outra pela fraqueza e mais outra pelo prazer, ficou parado por 3 minutos e jogou o maço fora. Tirou o peso do papel, releu oque havia escrito, sentiu vergonha mas decidiu guardar pois sabia que iria mudar de idéia umas 13 vezes depois daquilo, colocou junto de outro monte de textos nunca revisados e pensou - quanta merda, as idéias realmente boas nunca estão escritas - pegou o violão, brincou um pouco, cantou, sonhou um pouco. O suco de soja acabou, não tinha nada pra fazer, deitou na cama, e pediu a Deus pra ajuda-lo a encontrar alguém. Depois se fez de orgulhoso, e falou pra Deus pra não precisava de ninguem, e depois brigou com deus questionando as coisas da forma que estão, depois não falou mais com Deus pois sabe que Deus não existe. Por fim agradeceu à Deus as coisas da forma que estão.
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Não curto muito narrações, principalmente essas que começam com "ela fez blablabla e tchum' ou 'ele fez isso e aquilo e peidou e tbm tchum".
ResponderExcluirMas essa ficou boa.
delicada como sempre, um amor de pessoa.
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